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	<title>Arquivos newsletter - Victoria Advisory</title>
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	<title>Arquivos newsletter - Victoria Advisory</title>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 04|2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março de 2026, o setor de importações no Brasil continuou a se destacar no comércio exterior</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-1024x819.png" alt="" class="wp-image-2498" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-1024x819.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-300x240.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-768x614.png 768w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic.png 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em março de 2026, o setor de importações no Brasil continuou a se destacar no comércio exterior, refletindo tanto o dinamismo econômico do país quanto os efeitos das mudanças globais e setoriais que marcaram o ano. A balança comercial divulgada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) revelou que as importações somaram US$ 25,2 bilhões no mês, representando um crescimento de 20,1% em relação a março de 2025. Esse aumento demonstra claramente a forte recuperação da demanda por produtos externos.</p>



<p>Esse crescimento no volume de importações foi um dos fatores que contribuíram para o saldo positivo de US$ 6,4 bilhões na balança comercial, com a corrente de comércio totalizando US$ 56,8 bilhões no mês. No entanto, como sempre, fatores externos continuam a desempenhar um papel crucial na dinâmica das importações. A guerra no Oriente Médio, por exemplo, alterou algumas das principais rotas logísticas internacionais, o que pode afetar os custos e a eficiência das operações no curto e médio prazo.</p>



<p>Esses fatores reforçam a importância de uma gestão eficiente, pois, embora o Brasil esteja registrando crescimento no volume de importações, é essencial que as empresas e gestores mantenham atenção redobrada à volatilidade de preços, mudanças nas tarifas e custos logísticos. Só assim é possível garantir a competitividade e a eficiência operacional diante de um cenário global tão dinâmico.</p>



<p>Nesse contexto, é importante destacar que, inicialmente, em fevereiro de 2026, o governo havia aumentado o Imposto de Importação de 1.250 produtos, com a expectativa de arrecadar cerca de R$ 14 bilhões. No entanto, devido à reação do mercado, houve um recuo parcial, com a redução das tarifas de 105 produtos, muitos deles essenciais para setores estratégicos, como bens de capital e equipamentos de informática.</p>



<p>Embora essa estratégia fiscal tenha sido ajustada, a utilização do Imposto de Importação como ferramenta para fortalecer a arrecadação fiscal não foi descartada. Novas revisões podem ocorrer ao longo do ano, com base nas discussões mensais do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Camex.</p>



<p>Diante dessa realidade, é fundamental que as empresas se mantenham bem informadas e preparadas. E como antecipamos essas mudanças? Além do monitoramento contínuo do mercado, faço questão de estar presentes nos lugares estratégicos, acompanhando de perto as últimas tendências e inovações do setor. Para garantir a proximidade com os principais players globais, já confirmei a participação em três grandes eventos internacionais em 2026, o que me permite não apenas aprender, mas também contribuir com a evolução do mercado.</p>



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		<title>Cenário global atual exige que importador esteja ainda mais preparado</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:37:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário global atual, marcado por tensões geopolíticas, aumentos significativos nos preços de energia e interrupções nas rotas logísticas</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-1024x819.png" alt="" class="wp-image-2496" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-1024x819.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-300x240.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-768x614.png 768w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic.png 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>O cenário global atual, marcado por tensões geopolíticas, aumentos significativos nos preços de energia e interrupções nas rotas logísticas, está pressionando ainda mais as cadeias de suprimentos internacionais. Em um momento de volatilidade e incerteza, importadores precisam adotar uma postura proativa, além de revisar suas estratégias para garantir a continuidade dos negócios e minimizar impactos negativos.</p>



<p>Com a recente escalada do conflito no Oriente Médio, por exemplo, o preço do petróleo disparou, impactando os custos do diesel e, consequentemente, as despesas com o transporte rodoviário, que representa cerca de 65% das movimentações de carga no Brasil. Para cada aumento de 10% no preço do combustível, o valor do frete rodoviário pode subir entre 3,5% e 4,8%, de acordo com dados da Peers Consulting + Technology, que destacam o reflexo direto dessa variação nos custos logísticos, especialmente para empresas brasileiras que dependem deste tipo de transporte.</p>



<p>A situação de tensão entre Estados Unidos e Irã também está gerando outras questões pontuais que fazem encarecer o frete, como, por exemplo, as rotas que devem ser constantemente alteradas para evitar os problemas causados pelo conflito, além de, em alguns casos, exigir escolta. Também estão sendo observados aumentos significativos nos valores dos seguros e cancelamentos por conta da situação de guerra. Todas essas consequências impactam diretamente os importadores, pois a logística nacional fica mais cara e pode afetar os prazos de entrega.</p>



<p>A instabilidade em rotas-chave, como o Estreito de Ormuz, está causando atrasos no transporte marítimo, com redução drástica no número de embarcações atravessando a região. Como resultado, empresas de diversos setores, de tecnologia a automóveis, já enfrentam desafios na importação de matérias-primas e produtos acabados.</p>



<p>Para encarar esses desafios, especialistas sugerem que os importadores adotem uma série de estratégias. Primeiramente, é fundamental diversificar fornecedores para reduzir riscos de dependência de uma única região ou fornecedor. Quando conseguem trabalhar com uma maior variedade de fontes de insumos e produtos, os importadores garantem alternativas em caso de bloqueios logísticos ou falhas no fornecimento. Diversificar também é uma maneira de garantir que a cadeia de suprimentos não fique vulnerável a choques localizados, permitindo que os negócios se mantenham em funcionamento sem grandes interrupções.</p>



<p>Outra medida importante é a revisão de contratos logísticos, buscando cláusulas flexíveis que permitam ajustes de preços ou prazos, conforme flutuações inesperadas no custo do combustível ou condições externas. As cláusulas podem incluir previsões de contingência que ajudem as empresas a mitigar riscos de aumento nos custos ou prazos de entrega. Além disso, utilizar instrumentos financeiros de <em>hedge</em> de preços de combustível pode proteger as empresas contra oscilações nos preços do petróleo, garantindo maior previsibilidade de custos. Essas ferramentas ajudam a reduzir a exposição ao risco de flutuações drásticas, especialmente em mercados voláteis.</p>



<p>Por fim, a gestão de estoques estratégicos também se torna decisiva. A adoção de um modelo mais potente de gestão de estoques, equilibrando entre o &#8220;<em>just-in-time</em>&#8221; (que reduz custos de armazenagem) e o &#8220;<em>just-in-case</em>&#8221; (que garante maior segurança em tempos de crise), é uma medida que pode proteger as empresas contra interrupções inesperadas na cadeia de suprimentos. Isso significa ajustar os níveis de estoque para ter um <em>buffer</em> estratégico que permita maior flexibilidade frente aos atrasos nas entregas e às mudanças repentinas nas condições de mercado.</p>



<p>As estratégias de diversificação, gestão de riscos e revisão de contratos logísticos são fundamentais para enfrentar um futuro que pode apresentar incertezas e garantir que as empresas sigam competitivas no mercado global.</p>
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		<title>Aumento do imposto de importação e isenção de tarifas: qual é o impacto no mercado?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 03|2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Camex reduz tarifas para mais de 1.000 produtos, enquanto o mercado se adapta ao aumento das tarifas de importação</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="562" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2.jpg" alt="" class="wp-image-2485" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2-300x165.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em><em>A Camex reduz tarifas para mais de 1.000 produtos, enquanto o mercado se adapta ao aumento das tarifas de importação</em></em></p>



<p>Nos últimos dias, o cenário econômico brasileiro foi marcado por importantes decisões que impactam diretamente o mercado de importações. O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a redução a zero do Imposto de Importação para mais de 1.000 produtos, o que inclui autopeças, bens de capital e produtos de informática. Em contrapartida, também houve aumento no Imposto de Importação de diversos outros produtos, o que reforça a importância de contar com uma consultoria estratégica especializada para gerenciar essas mudanças e otimizar os custos de importação.</p>



<p>Essa redução de tarifas, por meio do mecanismo conhecido como ex-tarifário, visa incentivar a competitividade no Brasil, permitindo a entrada de produtos essenciais para setores como o automobilístico e tecnológico, onde não há produção nacional equivalente. A medida trará benefícios econômicos, especialmente para empresas que dependem dessas importações para manter sua competitividade no mercado global.</p>



<p>Por outro lado, o aumento do Imposto de Importação em outras categorias exige uma análise cuidadosa dos impactos sobre os custos de operação das empresas. A mudança nas tarifas pode afetar diretamente a formação de preços e a margem de lucro de negócios que dependem de insumos importados.</p>



<p>&#8220;A redução das tarifas para produtos essenciais pode representar uma enorme vantagem competitiva, mas o aumento do Imposto de Importação em outras áreas exige uma gestão estratégica cuidadosa. Em tempos de incertezas econômicas, contar com uma consultoria especializada não é apenas uma vantagem, é uma necessidade para se manter competitivo no mercado global&#8221;, afirmou Vinícius Lisboa, CEO da Victoria Advisory.</p>



<p>A empresa se posiciona como uma aliada essencial para ajudar empresas a navegar pelas complexas mudanças nas políticas de importação. A consultoria especializada oferece suporte na análise detalhada de tarifas, gestão de riscos e planejamento estratégico para garantir que os negócios se mantenham competitivos mesmo diante de variações fiscais e tarifárias.</p>



<p>Por um lado, as novas tarifas, que reduzem a alíquota de importação de produtos estratégicos, trazem uma oportunidade para os setores que se beneficiam dessas isenções. No entanto, o aumento das tarifas em outras categorias alerta para a necessidade de uma estratégia de importação bem estruturada. Nesse momento de incertezas, contar com um parceiro estratégico como a Victoria pode ser o diferencial para o sucesso.</p>



<p>&#8220;Empresas que buscam crescimento sustentável precisam se adaptar rapidamente às novas regras do mercado. A Victoria está pronta para oferecer as orientações necessárias e garantir que seus clientes não apenas se adaptem, mas também prosperem neste novo cenário&#8221; acrescentou Vinícius Lisboa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img alt=""/></figure>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 03|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fevereiro foi um mês de ajustes e atenção redobrada no comércio exterior. O mercado de importação no Brasil sentiu reflexos das movimentações do cenário internacional.</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="562" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.jpg" alt="" class="wp-image-2482" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1-300x165.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Fevereiro foi um mês de ajustes e atenção redobrada no comércio exterior. O mercado de importação no Brasil sentiu reflexos das movimentações do cenário internacional.</p>



<p>A China, nossa principal parceira comercial no fornecimento de insumos e produtos industrializados, apresentou um ritmo mais contido. Parte disso se explica pelas pressões tarifárias globais e ambiente político internacional, mas também teve influência do feriado que marca o início do Ano Novo Chinês, celebrado em 17 de fevereiro.</p>



<p>Nesse período, as fábricas do país asiático reduzem produção, embarques são reorganizados e a cadeia logística global opera em ritmo diferente por algumas semanas. Para quem importa, planejamento é necessidade.</p>



<p>Paralelamente, no Brasil, entrou em vigor em 02/02/2026 o direito <em>antidumping</em> sobre o aço pré-pintado. A medida trouxe um novo componente ao cálculo das operações. Além do imposto de importação, que variava entre 10% e 14%, passou a incidir um direito adicional específico por tonelada, capaz de elevar o custo final do produto em até 40%, dependendo da origem e do exportador.</p>



<p>Mudanças como essa naturalmente exigem atenção, leitura técnica, organização e estratégia. E é exatamente assim que nós da Victoria Advisory atuamos.</p>



<p>Antecipamos cenários, revisamos fornecedores, estudamos novas rotas comerciais e avaliamos países não atingidos pela medida. Intensificamos a análise de enquadramento de NCM, reforçamos compliance documental e estruturamos operações com possibilidade de utilização de drawback quando aplicável. Tudo para reduzir impactos e preservar a competitividade dos nossos clientes.</p>



<p>Também tratamos a sazonalidade com previsibilidade, já que quando as pausas operacionais no Brasil e na China são consideradas no planejamento, quem importa consegue organizar embarques antes da vigência da medida e ajustar fluxos logísticos de forma segura.</p>



<p>Medidas preventivas contribuem para a estabilidade das remessas de outros países para o Brasil. E iniciamos o ano com dados positivos nesse sentido, com&nbsp; o crescimento superior a 10% nas importações registrado em janeiro, segundo dados preliminares da balança comercial.</p>



<p>O cenário atual é de recalibração, pois a vigência do antidumping, prevista para até 2031, exige revisão de estratégias no setor de aço pré-pintado, o que não significa apenas buscar preço, mas analisar risco, margem, logística, origem e conformidade regulatória.</p>



<p>No comércio exterior, cada detalhe importa: uma classificação fiscal incorreta, um atraso documental ou uma origem mal declarada podem gerar custos adicionais e insegurança jurídica. Por isso, seguimos atuando com planejamento, responsabilidade e visão de longo prazo.</p>



<p>Nossa missão continua a ser garantir previsibilidade em um ambiente que muda constantemente. Trabalhar dentro da legalidade, reduzir riscos, proteger margens e transformar desafios regulatórios em oportunidades estratégicas. Seguimos atentos, acompanhando o cenário diariamente.</p>



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		<title>Acordo Mercosul UE: esperar ou agir?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 02|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adiar estratégias pode custar caro, já a diversificação e menos burocracia geram ganhos imediatos</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="562" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE.jpg" alt="" class="wp-image-2468" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE-300x165.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Adiar estratégias pode custar caro, já a diversificação e </em><em>menos burocracia geram ganhos imediatos</em></p>



<p>O Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia dominou o cenário internacional no início do ano. Após 26 anos de negociação, tudo indicava que ele finalmente entraria em vigor. Mas a comemoração durou pouco.</p>



<p>Apesar da aprovação em votação histórica no dia 17 de janeiro, o pedido do governo francês por um parecer do Tribunal de Justiça da UE pode adiar a implementação em até dois anos. Diante desse cenário, o empresário já não se pergunta se o acordo sairá, mas o que fazer enquanto ele não começa a valer.</p>



<p>Embora existam iniciativas para pressionar a ratificação, inclusive a discussão sobre uma aplicação provisória, fortemente criticada pela França, esperar de braços cruzados pode custar caro. Mesmo após uma eventual assinatura em 2027 ou 2028, a redução tarifária será gradual e pode levar até 15 anos em alguns setores.</p>



<p>Agora, a estratégia mais inteligente é diversificar. Enquanto a Europa segue em compasso de espera, o mercado global oferece oportunidades já disponíveis. O Mercosul, por exemplo, mantém acordos operacionais com países como Egito, Israel e parceiros da Aladi, México, Chile, Colômbia e Peru, além do EFTA. A China, por sua vez, continua sendo uma alternativa altamente competitiva, especialmente em larga escala.</p>



<p>Nesse contexto, eficiência operacional faz toda a diferença. Custos com tempo parado em portos e excesso de burocracia impactam diretamente os resultados. É aqui que a Consolidação de Invoice se torna uma ferramenta estratégica. Ao reunir múltiplas faturas em um único processo, é possível reduzir custos, simplificar a gestão e acelerar liberações.</p>



<p>Como completa Vinicius Lisboa, CEO da Victoria Advisory, menos papelada significa mais agilidade e competitividade imediata. “Enquanto a burocracia europeia pode levar anos para se resolver, decisões estratégicas hoje geram ganhos reais agora”, finaliza.</p>



<figure class="wp-block-image"><img alt=""/></figure>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 02|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2026 já chegou movimentado e com novidades. Quero compartilhar que já estamos com a nova função de Consolidação de Invoice em pleno funcionamento. </p>
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<p>O ano de 2026 já chegou movimentado e com novidades. Quero compartilhar que já estamos com a nova função de Consolidação de Invoice em pleno funcionamento. A partir de agora, todas as faturas individuais de compras, serviços e fretes são agrupadas em um único documento.&nbsp;</p>



<p>O novo serviço facilita os processos e dá velocidade, por meio da simplificação do fluxo de caixa, redução da papelada e otimização do processamento de pagamentos internacionais.</p>



<p>No que diz respeito ao mercado de comércio exterior, fomos dominados nas últimas semana pela assinatura do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia e sua paralisação. Após 26 anos de negociação, tudo indicava que, finalmente, entraria em vigor, mas&nbsp; infelizmente, a comemoração durou pouco. A decisão foi adiada por um período que pode levar entre 18 meses a 2 anos.</p>



<p>Enquanto isso, por aqui, diversas ações estão sendo coordenadas visando pressionar a ratificação. Uma delas é a missão oficial à Europa organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). E realmente, os brasileiros não podem apenas ficar assistindo à movimentação do Parlamento Europeu. A efetivação do acordo tem potencial gigantesco para a maioria dos setores brasileiros, com uma perspectiva positiva de aumento das importações e exportações, movimentos logísticos e penetração efetiva em mercados desenvolvimento e novos destinos. É importante acompanhar de perto o desenrolar diplomático, com a expectativa de que novas portas sejam abertas para as empresas que buscam conquistar o mercado internacional.</p>



<p>Voltando para o Brasil, nos concentremos nos números divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) de janeiro, que mostram que as exportações superaram as importações em US$ 68,293 bilhões.&nbsp; Apesar do recuo de 7,9% em relação ao superávit registrado no mesmo período de 2024, o resultado é positivo se analisarmos os índices registrados no mesmo período desde o início da série história, em 1989.</p>



<p>Enfim, temos muito trabalho para 2026, sem dúvida e, também, muitos desafios. Se a Consolidação de Invoice é um serviço que auxiliará a minimizar as dificuldades e superar esses desafios, entre em contato, teremos o maior prazer em analisar os benefícios para o seu processo.</p>



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<p><a id="_msocom_1"></a></p>



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		<title>Reforma Tributária redesenha a importação brasileira a partir deste ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 13:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 01| 2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reforma Tributária redesenha a importação brasileira a partir deste ano.</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="400" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/materia-01-26.png" alt="" class="wp-image-2454" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/materia-01-26.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/materia-01-26-300x117.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/materia-01-26-768x300.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Testes do IBS e da CBS inauguram fase de adaptação fiscal e operacional para empresas importadoras</em></p>



<p>O mercado de comércio exterior entrou, oficialmente, em uma nova fase com o início dos testes operacionais dos novos tributos criados pela Reforma Tributária, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a partir de 1º de janeiro de 2026. A adaptação a essas mudanças significa impactos diretos nas operações de importação realizadas por empresas brasileiras.</p>



<p>Embora a cobrança efetiva esteja prevista para 2027, este ano será decisivo para ajustes tecnológicos, fiscais e operacionais. A Receita Federal deve utilizar 2026 como período de simulação dos novos tributos, testando cálculos e procedimentos antes da entrada gradual do novo sistema. Nesse intervalo, a Declaração de Importação (DI) e a Declaração Única de Importação (Duimp) ainda não calcularão automaticamente IBS e CBS no Novo Processo de Importação (NPI), o que mantém importadores e operadores atentos às próximas regulamentações.</p>



<p>Na prática, as empresas já precisarão estar adaptadas, pois, neste ano, notas fiscais de entrada passarão a conter campos específicos para IBS e CBS, ainda sem recolhimento financeiro. As alíquotas de teste estão definidas em 0,1% para o IBS e 0,9% para a CBS. Ao mesmo tempo, tributos atuais como ICMS, PIS, Cofins, ISS e IPI seguem em vigor, inaugurando um período híbrido que se estenderá até 2032. A substituição completa do sistema atual está prevista apenas para 2033.</p>



<p>Para o empresário importador, o impacto não está apenas no futuro aumento ou redistribuição da carga tributária, mas principalmente na complexidade do período de transição.</p>



<p>“A Reforma Tributária muda profundamente a lógica da importação no Brasil. Mesmo antes da cobrança efetiva, 2026 já exige revisão de processos, ajustes de sistemas e uma leitura muito técnica da legislação”, afirma Vinicius Lisboa, CEO da Victoria Advisory. Ele alerta que é necessário se preparar e não tratar esse ano apenas como um período de teste, sob o risco de chegar despreparado à fase de recolhimento.</p>



<p>Outro ponto de atenção é a incidência dos novos tributos sobre as importações, uma vez que IBS e CBS passam a incidir sobre a entrada de bens ou serviços no país, independentemente do regime do importador. A base de cálculo será ampla e incluirá, além do valor aduaneiro, itens como direitos antidumping, medidas de salvaguarda e outras taxas incidentes até a liberação da mercadoria. Esse redesenho exige maior rigor no planejamento fiscal e no controle documental das operações.</p>



<p>Além disso, desde o início do mês de janeiro, todas as importações deverão informar, por item de mercadoria, o código cClassTrib, classificação que enquadra os produtos nas regras do IBS e da CBS. O correto preenchimento desse código, previsto na Lei Complementar 214/2025, é fundamental para dispensar o recolhimento da CBS durante o período de testes e evitar inconsistências fiscais.</p>



<p>Apesar da legislação já publicada, ainda há pontos sensíveis em aberto, como divergências sobre o fato gerador da CBS, o procedimento de pagamento do IBS e o modelo definitivo da nota fiscal de entrada. Essas definições devem avançar ao longo da implementação, exigindo acompanhamento constante por parte das áreas fiscal, contábil e de comércio exterior.</p>



<p>“O que estamos vendo no mercado é um movimento claro de antecipação. Empresas que já revisaram cadastros, treinaram equipes e contaram com apoio especializado vão atravessar esse período híbrido com mais segurança”, destaca Lisboa. Por isso, para quem ficou para trás, o momento é de se atualizar e buscar orientação.</p>



<p>O mercado de comércio exterior entrou, oficialmente, em uma nova fase. Desde 1º de janeiro de 2026, começaram os testes operacionais dos novos tributos criados pela Reforma Tributária, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com impactos diretos nas operações de importação realizadas por empresas brasileiras.</p>



<p>Embora a cobrança efetiva esteja prevista para 2027, este ano será decisivo para ajustes tecnológicos, fiscais e operacionais. A Receita Federal deve utilizar 2026 como período de simulação dos novos tributos, testando cálculos e procedimentos antes da entrada gradual do novo sistema. Nesse intervalo, a Declaração de Importação (DI) e a Declaração Única de Importação (Duimp) ainda não calcularão automaticamente IBS e CBS no Novo Processo de Importação (NPI), o que mantém importadores e operadores atentos às próximas regulamentações.</p>



<p>Na prática, as empresas já precisarão estar adaptadas. Agora, neste ano, notas fiscais de entrada passarão a conter campos específicos para IBS e CBS, ainda sem recolhimento financeiro. As alíquotas de teste estão definidas em 0,1% para o IBS e 0,9% para a CBS. Ao mesmo tempo, tributos atuais como ICMS, PIS, Cofins, ISS e IPI seguem em vigor, inaugurando um período híbrido que se estenderá até 2032. A substituição completa do sistema atual está prevista apenas para 2033.</p>



<p>Para o empresário importador, o impacto não está apenas no futuro aumento ou redistribuição da carga tributária, mas principalmente na complexidade do período de transição.</p>



<p>“A Reforma Tributária muda profundamente a lógica da importação no Brasil. Mesmo antes da cobrança efetiva, 2026 já exige revisão de processos, ajustes de sistemas e uma leitura muito técnica da legislação”, afirma Vinicius Lisboa, CEO da Victoria Advisory. Ele alerta que é necessário se preparar e não tratar esse ano apenas como um período de teste, sob o risco de chegar despreparado à fase de recolhimento.</p>



<p>Outro ponto de atenção é a incidência dos novos tributos sobre as importações. IBS e CBS passam a incidir sobre a entrada de bens ou serviços no país, independentemente do regime do importador. A base de cálculo será ampla e incluirá, além do valor aduaneiro, itens como direitos antidumping, medidas de salvaguarda e outras taxas incidentes até a liberação da mercadoria. Esse redesenho exige maior rigor no planejamento fiscal e no controle documental das operações.</p>



<p>Além disso, desde o início do mês de janeiro, todas as importações deverão informar, por item de mercadoria, o código cClassTrib, classificação que enquadra os produtos nas regras do IBS e da CBS. O correto preenchimento desse código, previsto na Lei Complementar 214/2025, é fundamental para dispensar o recolhimento da CBS durante o período de testes e evitar inconsistências fiscais.</p>



<p>Apesar da legislação já publicada, ainda há pontos sensíveis em aberto, como divergências sobre o fato gerador da CBS, o procedimento de pagamento do IBS e o modelo definitivo da nota fiscal de entrada. Essas definições devem avançar ao longo da implementação, exigindo acompanhamento constante por parte das áreas fiscal, contábil e de comércio exterior.</p>



<p>“O que estamos vendo no mercado é um movimento claro de antecipação. Empresas que já revisaram cadastros, treinaram equipes e contaram com apoio especializado vão atravessar esse período híbrido com mais segurança e previsibilidade”, destaca Lisboa. Por isso, para quem ficou para trás, o momento é de se atualizar e buscar orientação.</p>



<p>Diante disso, 2026 já começa não só como um ano de testes, mas um marco estratégico para preparar a operação para um novo modelo tributário que veio para ficar.</p>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 12:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 01| 2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o panorama do Comex em 2025, é imprescindível dar os primeiros passos de 2026 com base em reflexões sobre as oportunidades e os desafios enfrentados pelas empresas brasileiras importadoras. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="400" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/carta-ao-leitor-01-26.png" alt="" class="wp-image-2451" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/carta-ao-leitor-01-26.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/carta-ao-leitor-01-26-300x117.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/01/carta-ao-leitor-01-26-768x300.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Com o panorama do Comex em 2025, é imprescindível dar os primeiros passos de 2026 com base em reflexões sobre as oportunidades e os desafios enfrentados pelas empresas brasileiras importadoras. O ano foi marcado por um mercado logístico internacional com oscilações nos custos de frete, seguindo as variações que ocorreram durante o ano, ajustes nas taxas portuárias. Agora atravessamos os efeitos desse momento de transição da reforma tributária, paralelamente, ajustes fiscais, como a alta de 4,4% na alíquota de ICMS do diesel e do biodiesel observada já agora em janeiro, o que reflete na cadeia de transporte.</p>



<p>A combinação entre aumento de 6,7% do volume importado, que levou o Brasil a um recorde histórico em 2025 de U$ 280,4 bilhões, e revisões em tarifas e impostos trouxe impactos imediatos ao fluxo de caixa e ao planejamento das operações. Somam-se a isso a volatilidade cambial e a dependência das rotas marítimas asiáticas, fatores que continuam exigindo decisões rápidas, leitura técnica e gestão precisa de riscos.</p>



<p>Ao mesmo tempo, tivemos avanços importantes. A digitalização de processos, a integração de dados entre Receita Federal, portos e operadores logísticos e o uso crescente de tecnologias de rastreamento ajudaram a mitigar atrasos e a dar mais previsibilidade às operações.</p>



<p>Para 2026, as expectativas são de um mercado logístico ainda mais competitivo, tecnológico e estratégico, exatamente o foco da atuação da Victoria Advisory.</p>



<p>Tendências como a automação aduaneira, o uso de inteligência artificial na análise documental, a busca por cadeias de suprimentos mais sustentáveis e a diversificação de fornecedores devem ganhar força. No campo regulatório, a ampliação de acordos bilaterais, a modernização do Portal Único de Comércio Exterior e ajustes nos incentivos fiscais tendem a favorecer empresas preparadas tecnicamente.</p>



<p>Por isso, será necessário visão de longo prazo, leitura integrada entre logística, fiscal e regulatória e parceiros capazes de antecipar cenários. Seguiremos acompanhando de perto essas transformações, apoiando nossos clientes na tomada de decisões mais seguras, eficientes e alinhadas às novas exigências do comércio internacional. Conte com a gente!</p>



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<p><a id="_msocom_1"></a></p>



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		<title>Novo processo de importação transforma a eficiência das operações brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 01:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 09|2025]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Simplificação amplia previsibilidade para empresas e destaca a importância de uma consultoria estratégica na tomada de decisões.</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="400" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-processo-de-importacao-transforma-a-eficiencia-das-operacoes-brasileiras-Victoria-Advisory.jpg" alt="" class="wp-image-2446" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-processo-de-importacao-transforma-a-eficiencia-das-operacoes-brasileiras-Victoria-Advisory.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-processo-de-importacao-transforma-a-eficiencia-das-operacoes-brasileiras-Victoria-Advisory-300x117.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-processo-de-importacao-transforma-a-eficiencia-das-operacoes-brasileiras-Victoria-Advisory-768x300.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Simplificação amplia previsibilidade para empresas e destaca a importância de uma consultoria estratégica na tomada de decisões</em></p>



<p>O comércio exterior brasileiro vive um momento de modernização. A ampliação do processo simplificado de importação, agora com a adesão plena dos 16 órgãos anuentes ao Portal Único de Comércio Exterior, marca uma virada estrutural na forma como empresas importam, planejam e executam suas operações logísticas. Pela primeira vez, toda a cadeia de anuências está integrada em um só ambiente digital, o que resulta em mais clareza, previsibilidade e redução expressiva da burocracia.</p>



<p>No centro dessa transformação está a Declaração Única de Importação (DUIMP), que funciona como um verdadeiro “passaporte digital” do processo importador. Em substituição definitiva aos antigos modelos DI/LI, a DUIMP reúne todas as informações em um único documento eletrônico, eliminando duplicidades e facilitando a comunicação entre importadores, Receita Federal e órgãos anuentes. </p>



<p>A adoção das Licenças Flex, que podem amparar múltiplas operações ao longo de um período específico, representa outro avanço importante ao reduzir a necessidade de solicitações repetidas, o que antes era obrigatório em cada nova carga.</p>



<p>Para importadores como os clientes da Victoria Advisory, as mudanças têm impacto direto na eficiência e no custo final das operações. O governo federal estima que o novo processo pode reduzir em até 40% o tempo médio de importação e em 14% os custos logísticos, reflexo de fluxos mais automatizados, análises concomitantes entre órgãos e maior precisão documental. </p>



<p>Em um cenário no qual cada dia de carga parada no porto significa 0,8% do valor da mercadoria, essas melhorias se traduzem em vantagem competitiva imediata. “Estamos diante de uma mudança estruturante do comércio exterior brasileiro que representa agilidade, previsibilidade e mais espaço para estratégia nas negociações”, afirma o CEO da Victoria Advisory, Vinicius Lisboa.</p>



<h2>Atenção redobrada</h2>



<p>Ao mesmo tempo em que simplifica, o novo modelo exige atenção redobrada na interpretação de regras e na configuração correta das operações. Cada órgão anuente, que envolve da Anvisa ao Ministério da Agricultura e Pecuária, do Exército ao Inmetro, possui particularidades que devem ser internalizadas desde o início da importação. </p>



<p>Por isso, a atuação consultiva ganha ainda mais importância. “As oportunidades são enormes, mas dependem de preparação técnica. E o nosso papel é antecipar riscos, ajustar processos, orientar decisões e garantir que cada cliente aproveite ao máximo os benefícios do novo sistema”, explica Lisboa.</p>



<p>A transição para o Portal Único envolve análises detalhadas dos impactos operacionais, revisão de licenças, enquadramento correto de produtos e mapeamento das exigências de cada anuente. O objetivo é transformar a simplificação tecnológica em resultados práticos, ou seja, menores prazos, menos custos e mais segurança jurídica em cada etapa  da importação.</p>



<p>“Este é um momento decisivo para quem importa, e queremos que nossos clientes se posicionem entre os mais eficientes do mercado”, enfatiza Lisboa.</p>



<p>À medida que o Brasil avança na migração completa para o novo processo, prevista para ser concluída até setembro de 2026, a Victoria Advisory segue acompanhando as mudanças de perto, descomplicando os novos processos e garantindo que cada empresa consiga competir em um ambiente global mais dinâmico.</p>
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		<title>Carta ao leitor</title>
		<link>https://victoria-advisory.com.br/carta-ao-leitor-novembro-2025/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 01:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 09|2025]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entramos no último trimestre de 2025 atentos às transformações globais que impactam a logística.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="400" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Carta-ao-Leitor-Novembro-Victoria-Advisory.jpg" alt="" class="wp-image-2440" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Carta-ao-Leitor-Novembro-Victoria-Advisory.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Carta-ao-Leitor-Novembro-Victoria-Advisory-300x117.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Carta-ao-Leitor-Novembro-Victoria-Advisory-768x300.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Novembro foi um mês importante para a logística internacional. As empresas brasileiras, que vinham se preparando para a Black Friday e as festas de final de ano (Natal e Ano Novo) desde julho, precisaram se planejar e os resultados apareceram neste mês. Houve incremento da movimentação dos modais de transporte, ampliação a demanda por espaço em navios e intensificação da competição por prazos viáveis nos últimos meses. A partir de agora, começam a repor o estoque para 2026.</p>



<p>Diante de um panorama em que houve impactos das recentes atualizações em taxas e impostos, que poderiam elevar o custo final das operações logísticas, somados às revisões tributárias e o aumento do rigor nas análises aduaneira, a busca por previsibilidade se tornou ainda mais estratégica.</p>



<p>Para nós, da Victoria Advisory, ficou evidente a relevância de oferecer soluções de monitoramento avançado, negociação estratégica de fretes e análises de risco capazes de orientar decisões em tempo real. Para dezembro, a expectativa é de uma acomodação gradual dos preços de frete, acompanhada de maior estabilidade no fluxo marítimo.</p>



<p>Por fim, trago um olhar privilegiado sobre a Canton Fair, a maior feira multissetorial do mundo, onde estive presente em novembro, na China. O evento revelou tendências para 2026, como a hiperautomação logística, a expansão dos produtos white label e redução dos lotes mínimos de importação. Ao retornar, reafirmo nosso compromisso em antecipar tendências e traduzir essas oportunidades em vantagem competitiva para nossos clientes.</p>
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