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	<title>Victoria Advisory</title>
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	<title>Victoria Advisory</title>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:04:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O último mês trouxe um retrato claro de como o comércio internacional segue redesenhando setores inteiros no Brasil. </p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/logistica.jpg" alt="" class="wp-image-2566" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/logistica.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/logistica-300x240.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/logistica-768x614.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O último mês trouxe um retrato claro de como o comércio internacional segue redesenhando setores inteiros no Brasil. Entre oscilações de demanda, pressão por eficiência logística e maior atenção aos custos de importação, um movimento chamou a atenção do mercado: o forte avanço dos veículos chineses, especialmente elétricos e híbridos, nos portos brasileiros.</p>



<p>Segundo dados divulgados pela Anfavea, de janeiro a abril de 2026, o Brasil emplacou 168,1 mil veículos importados, sendo 80,1 mil vindos da China. Isso significa que os modelos chineses já representaram 47,7% dos importados vendidos no país no período.</p>



<p>Esse crescimento não acontece por acaso. Ele reflete uma combinação de fatores, desde a competitividade de preço, a maior capacidade produtiva das montadoras chinesas e o planejamento de embarques em grande escala, até a busca por posicionamento rápido em mercados estratégicos, como o Brasil.</p>



<p>No primeiro trimestre de 2026, as exportações chinesas de veículos para o Brasil somaram US$ 2,16 bilhões, quase o triplo do registrado no mesmo período de 2025, segundo dados citados pelo Valor Econômico.</p>



<p>Mas o ponto principal vai além dos carros.</p>



<p>Esse movimento mostra que a importação deixou de ser apenas uma operação de compra internacional. Hoje, ela exige leitura de mercado, análise tributária, coordenação logística, acompanhamento regulatório e tomada de decisão no tempo certo.</p>



<p>Quando há excesso de embarques, aumento de volume nos portos e mudanças nas regras de importação, empresas que se planejam saem na frente. Já aquelas que tratam o comércio exterior apenas como uma etapa operacional correm mais</p>



<p>riscos com custos adicionais, atrasos, gargalos logísticos e perda de competitividade.</p>



<p>Na Victoria Advisory, acompanhamos esse cenário com atenção porque ele conversa diretamente com o que fazemos todos os dias ao apoiar empresas que precisam importar máquinas, peças, equipamentos e soluções internacionais com mais controle, previsibilidade e segurança.</p>



<p>O avanço dos carros chineses é um exemplo visível de uma realidade maior de que o mercado global está mais dinâmico, mais competitivo e menos tolerante a improvisos.</p>



<p>Para empresas do agronegócio, da indústria e de setores que dependem de maquinários importados, o recado é que importar bem não significa apenas encontrar um bom fornecedor. Essa estratégia envolve estruturar toda a operação para que o produto certo chegue ao Brasil no prazo adequado, com custos bem calculados e documentação em conformidade.</p>



<p>Esse é o papel da estratégia em comércio exterior.</p>



<p>E é também o compromisso da Victoria Advisory, de transformar operações internacionais em caminhos mais seguros para empresas que precisam crescer, modernizar sua estrutura e acessar fornecedores qualificados na Europa e na Ásia.</p>



<p>Boa leitura!</p>



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		<title>Frete marítimo China-Brasil sobe e já pressiona o custo das importações</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 15:00:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O frete marítimo na rota China-Brasil voltou ao centro das atenções. Nas últimas semanas, importadores passaram a se deparar com cotações na casa dos US$ 6.000 por contêiner</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-China.jpg" alt="" class="wp-image-2563" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-China.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-China-300x240.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Brasil-China-768x614.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>O frete marítimo na rota China-Brasil voltou ao centro das atenções. Nas últimas semanas, importadores passaram a se deparar com cotações na casa dos US$ 6.000 por contêiner, um patamar que acende alerta para empresas que dependem de produtos, peças, máquinas e equipamentos vindos da Ásia.</em></p>



<p>Mas esse aumento não é resultado de um único fator e, sim, a soma de pressões que vêm se acumulando no comércio internacional.</p>



<p>A primeira delas é a falta de equipamentos e espaço disponível para embarque. Com o avanço expressivo dos embarques chineses para o Brasil, especialmente de veículos elétricos e híbridos, a cadeia logística passou a operar sob maior tensão. Mesmo quando esses veículos não utilizam necessariamente contêineres tradicionais, o volume movimentado afeta janelas portuárias, capacidade de navios, terminais, planejamento de escala e disponibilidade operacional.</p>



<p>Segundo dados divulgados pelo Valor Econômico em abril, a partir da Alfândega chinesa, as exportações de veículos da China para o Brasil somaram US$ 2,16 bilhões no primeiro trimestre de 2026, contra US$ 763,8 milhões no mesmo período de 2025. Ou seja, o fluxo praticamente triplicou em um ano.</p>



<p>Esse excesso de embarques aumenta a disputa por capacidade logística. Na prática, quem precisa embarcar outros tipos de carga a partir da China passa a encontrar menos espaço, menos previsibilidade e tarifas mais elevadas.</p>



<p>Outro ponto importante é o cenário geopolítico.</p>



<p>O conflito no Oriente Médio segue pressionando o transporte marítimo global, principalmente por causa do aumento dos custos com seguros, desvios de rota, maior consumo de combustível e redução da capacidade efetiva das frotas. Relatórios de mercado mostram que rotas do Extremo Oriente para Europa e Mediterrâneo também vêm registrando altas relevantes, reflexo da instabilidade nas principais vias marítimas globais.</p>



<p>Mesmo que a rota China-Brasil não seja impactada da mesma forma que os fluxos que passam pelo Mar Vermelho ou Canal de Suez, o transporte marítimo funciona como uma rede conectada. Quando navios são desviados, há atraso em uma região ou quando armadores reposicionam embarcações, o efeito chega a outras rotas.</p>



<p>É exatamente esse movimento que torna o aumento mais sensível para o importador brasileiro. Além disso, os armadores vêm aplicando reajustes e cobranças adicionais em um ambiente de maior demanda. O índice global de contêineres da Drewry registrou nova alta em maio de 2026, puxado principalmente por rotas ligadas à Ásia, enquanto o mercado internacional segue operando com volatilidade.</p>



<p>Para empresas brasileiras, o impacto é direto. Um frete mais caro não aumenta apenas o custo do transporte, mas também pode elevar a base de cálculo de tributos, alterar margens, pressionar o fluxo de caixa e tornar uma importação viável no papel, mas menos competitiva na chegada ao Brasil.</p>



<p>Por isso, o momento exige mais planejamento. Empresas que importam máquinas, partes, peças, insumos ou equipamentos precisam revisar prazos, negociar embarques com antecedência, avaliar fornecedores, simular custos atualizados e acompanhar de perto a disponibilidade de espaço nos navios.</p>



<p>No comércio exterior, esperar o problema aparecer no embarque costuma sair mais caro.</p>



<p>Na Victoria Advisory, acompanhamos esses movimentos para apoiar empresas na estruturação de operações internacionais mais seguras, com análise logística, previsibilidade de custos e tomada de decisão no tempo certo.</p>



<p>Porque, em um mercado com fretes voláteis, importar bem não se limita a apenas comprar fora, precisa ser uma ação baseada em planejar antes, calcular melhor e agir com estratégia.</p>
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		<title>Bloqueio no Estreito de Ormuz pressiona cadeias globais e acende alerta para importadores brasileiros</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 05|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escalada do conflito no Oriente Médio reduz fluxo marítimo, eleva custos logísticos e exige resposta estratégica das empresas que dependem de importações</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-2.png" alt="" class="wp-image-2558" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-2.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-2-300x240.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-2-768x614.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Escalada do conflito no Oriente Médio reduz fluxo marítimo, eleva custos logísticos e exige resposta estratégica das empresas que dependem de importações</em></p>



<p>A intensificação do conflito no Oriente Médio, nas últimas semanas, trouxe impactos diretos para o comércio internacional, com destaque para a instabilidade no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural.</p>



<p>A redução significativa no fluxo de embarcações na região já começa a gerar efeitos concretos nas cadeias globais de suprimentos, pressionando o custo da energia e afetando diretamente operações logísticas em diferentes países, incluindo o Brasil.</p>



<p>O Estreito de Ormuz concentra uma parcela relevante do abastecimento energético mundial. Qualquer restrição na região impacta rapidamente os preços internacionais do petróleo, criando um efeito em cadeia que se reflete em transporte, produção industrial e custos operacionais.</p>



<p>Com a elevação dos preços do petróleo, o custo dos combustíveis tende a subir globalmente. No Brasil, onde o transporte rodoviário responde pela maior parte da movimentação de cargas, esse cenário gera impacto direto no custo do frete.</p>



<p>Além disso, a dependência de importação de combustíveis aumenta a exposição do país às oscilações internacionais, ampliando o risco de variações relevantes nos custos logísticos no curto prazo.</p>



<p>No transporte marítimo, o cenário também se torna mais desafiador. O aumento do risco na região levou à elevação dos custos de seguros e à adoção de sobretaxas relacionadas a áreas de conflito, encarecendo o frete internacional.</p>



<p>Outro efeito observado é o redirecionamento de rotas para evitar zonas de risco, o que resulta em prazos mais longos de entrega e menor previsibilidade nas operações de importação.</p>



<p><strong>Impactos em cadeia para setores estratégicos</strong></p>



<p>A instabilidade no fluxo logístico e no custo da energia afeta diretamente setores que dependem de insumos importados, como indústria, agronegócio e o segmento químico. O aumento dos custos logísticos tende a ser repassado ao longo da cadeia, influenciando preços finais e pressionando margens operacionais.</p>



<p>Diante disso, o monitoramento contínuo de variáveis críticas passa a ser indispensável para empresas que atuam com importação. Entre os principais pontos de atenção estão as oscilações no preço internacional de energia; custos de frete marítimo e rodoviário; condições de seguros internacionais; alterações em rotas logísticas; e riscos geopolíticos com potencial de impacto operacional.</p>



<p>Mais do que reagir a aumentos de custo, empresas que estruturam uma gestão ativa dessas variáveis conseguem antecipar movimentos, ajustar suas operações e proteger suas margens.</p>



<p><strong>O que está em jogo</strong></p>



<p>A atual instabilidade no Oriente Médio reforça um ponto central para o comércio exterior: a logística faz parte da estratégia, não tem como desassociá-la do processo. Em um ambiente de alta volatilidade, <a href="https://victoria-advisory.com.br/servicos/">uma consultoria que auxilie na avaliação da capacidade de prever cenários, diversificar rotas e estruturar operações com maior resiliência é determinante para a competitividade das empresas nos próximos meses.</a>&nbsp;</p>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 05|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O último mês consolidou um movimento, que já vinha ganhando força no comércio exterior brasileiro</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-1.png" alt="" class="wp-image-2554" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-1.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-1-300x240.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/05/vic-1-768x614.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O último mês consolidou um movimento, que já vinha ganhando força no comércio exterior brasileiro, de aceleração da modernização dos processos de importação. A transição para a Declaração Única de Importação (DUIMP) entrou em uma fase mais decisiva, exigindo das empresas não apenas adaptação técnica, mas também maior organização estratégica de suas operações.</p>



<p>Na prática, tenho observado um cenário de maior pressão por eficiência. Processos antes fragmentados estão sendo substituídos por fluxos mais integrados, o que tende a reduzir burocracias no longo prazo, mas, no curto prazo, essa movimentação exige atenção redobrada das empresas para evitar inconsistências, atrasos ou custos adicionais.</p>



<p>Com base nisso, uma iniciativa recente do governo merece destaque: o lançamento de um simulador pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com apoio da Receita Federal. A ferramenta foi desenvolvida para amparar importadores, despachantes aduaneiros e operadores de comércio exterior na compreensão do cronograma de transição entre a Declaração de Importação (DI) e a DUIMP.</p>



<p>De forma objetiva, o simulador permite que o operador insira dados básicos da operação e verifique se ainda é possível utilizar o modelo antigo ou se já é necessário operar no novo formato. Trata-se de um recurso importante para trazer mais clareza e previsibilidade em um momento de mudança estrutural.</p>



<p>No entanto, é fundamental destacar que ferramentas como essa cumprem um papel de apoio, não substituem o planejamento.</p>



<p>A migração para a DUIMP impacta diretamente etapas críticas da operação, como classificação fiscal, gestão documental, parametrização de processos e coordenação logística. Empresas que tratam essa transição apenas como uma obrigação regulatória correm o risco de enfrentar gargalos operacionais justamente em um momento em que a eficiência se torna ainda mais determinante para a competitividade.</p>



<p>Por outro lado, organizações que encaram esse processo de forma estruturada tendem a capturar ganhos relevantes, como maior controle sobre prazos, redução de retrabalhos e melhor integração entre áreas internas e parceiros externos.</p>



<p>Na Victoria Advisory, acompanhamos de perto essa evolução e seguimos apoiando nossos clientes na adaptação a esse novo modelo, com foco em organização operacional, segurança nos processos e otimização de custos logísticos.</p>



<p>A modernização do comércio exterior brasileiro já é uma realidade. A forma como cada empresa responde a esse movimento será determinante para sua eficiência e competitividade nos próximos anos.</p>



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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 04|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março de 2026, o setor de importações no Brasil continuou a se destacar no comércio exterior</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-1024x819.png" alt="" class="wp-image-2498" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-1024x819.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-300x240.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic-768x614.png 768w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-vic.png 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em março de 2026, o setor de importações no Brasil continuou a se destacar no comércio exterior, refletindo tanto o dinamismo econômico do país quanto os efeitos das mudanças globais e setoriais que marcaram o ano. A balança comercial divulgada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) revelou que as importações somaram US$ 25,2 bilhões no mês, representando um crescimento de 20,1% em relação a março de 2025. Esse aumento demonstra claramente a forte recuperação da demanda por produtos externos.</p>



<p>Esse crescimento no volume de importações foi um dos fatores que contribuíram para o saldo positivo de US$ 6,4 bilhões na balança comercial, com a corrente de comércio totalizando US$ 56,8 bilhões no mês. No entanto, como sempre, fatores externos continuam a desempenhar um papel crucial na dinâmica das importações. A guerra no Oriente Médio, por exemplo, alterou algumas das principais rotas logísticas internacionais, o que pode afetar os custos e a eficiência das operações no curto e médio prazo.</p>



<p>Esses fatores reforçam a importância de uma gestão eficiente, pois, embora o Brasil esteja registrando crescimento no volume de importações, é essencial que as empresas e gestores mantenham atenção redobrada à volatilidade de preços, mudanças nas tarifas e custos logísticos. Só assim é possível garantir a competitividade e a eficiência operacional diante de um cenário global tão dinâmico.</p>



<p>Nesse contexto, é importante destacar que, inicialmente, em fevereiro de 2026, o governo havia aumentado o Imposto de Importação de 1.250 produtos, com a expectativa de arrecadar cerca de R$ 14 bilhões. No entanto, devido à reação do mercado, houve um recuo parcial, com a redução das tarifas de 105 produtos, muitos deles essenciais para setores estratégicos, como bens de capital e equipamentos de informática.</p>



<p>Embora essa estratégia fiscal tenha sido ajustada, a utilização do Imposto de Importação como ferramenta para fortalecer a arrecadação fiscal não foi descartada. Novas revisões podem ocorrer ao longo do ano, com base nas discussões mensais do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Camex.</p>



<p>Diante dessa realidade, é fundamental que as empresas se mantenham bem informadas e preparadas. E como antecipamos essas mudanças? Além do monitoramento contínuo do mercado, faço questão de estar presentes nos lugares estratégicos, acompanhando de perto as últimas tendências e inovações do setor. Para garantir a proximidade com os principais players globais, já confirmei a participação em três grandes eventos internacionais em 2026, o que me permite não apenas aprender, mas também contribuir com a evolução do mercado.</p>



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<p><a id="_msocom_1"></a></p>



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		<item>
		<title>Cenário global atual exige que importador esteja ainda mais preparado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 04|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário global atual, marcado por tensões geopolíticas, aumentos significativos nos preços de energia e interrupções nas rotas logísticas</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" width="1024" height="819" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-1024x819.png" alt="" class="wp-image-2496" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-1024x819.png 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-300x240.png 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic-768x614.png 768w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-vic.png 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>O cenário global atual, marcado por tensões geopolíticas, aumentos significativos nos preços de energia e interrupções nas rotas logísticas, está pressionando ainda mais as cadeias de suprimentos internacionais. Em um momento de volatilidade e incerteza, importadores precisam adotar uma postura proativa, além de revisar suas estratégias para garantir a continuidade dos negócios e minimizar impactos negativos.</p>



<p>Com a recente escalada do conflito no Oriente Médio, por exemplo, o preço do petróleo disparou, impactando os custos do diesel e, consequentemente, as despesas com o transporte rodoviário, que representa cerca de 65% das movimentações de carga no Brasil. Para cada aumento de 10% no preço do combustível, o valor do frete rodoviário pode subir entre 3,5% e 4,8%, de acordo com dados da Peers Consulting + Technology, que destacam o reflexo direto dessa variação nos custos logísticos, especialmente para empresas brasileiras que dependem deste tipo de transporte.</p>



<p>A situação de tensão entre Estados Unidos e Irã também está gerando outras questões pontuais que fazem encarecer o frete, como, por exemplo, as rotas que devem ser constantemente alteradas para evitar os problemas causados pelo conflito, além de, em alguns casos, exigir escolta. Também estão sendo observados aumentos significativos nos valores dos seguros e cancelamentos por conta da situação de guerra. Todas essas consequências impactam diretamente os importadores, pois a logística nacional fica mais cara e pode afetar os prazos de entrega.</p>



<p>A instabilidade em rotas-chave, como o Estreito de Ormuz, está causando atrasos no transporte marítimo, com redução drástica no número de embarcações atravessando a região. Como resultado, empresas de diversos setores, de tecnologia a automóveis, já enfrentam desafios na importação de matérias-primas e produtos acabados.</p>



<p>Para encarar esses desafios, especialistas sugerem que os importadores adotem uma série de estratégias. Primeiramente, é fundamental diversificar fornecedores para reduzir riscos de dependência de uma única região ou fornecedor. Quando conseguem trabalhar com uma maior variedade de fontes de insumos e produtos, os importadores garantem alternativas em caso de bloqueios logísticos ou falhas no fornecimento. Diversificar também é uma maneira de garantir que a cadeia de suprimentos não fique vulnerável a choques localizados, permitindo que os negócios se mantenham em funcionamento sem grandes interrupções.</p>



<p>Outra medida importante é a revisão de contratos logísticos, buscando cláusulas flexíveis que permitam ajustes de preços ou prazos, conforme flutuações inesperadas no custo do combustível ou condições externas. As cláusulas podem incluir previsões de contingência que ajudem as empresas a mitigar riscos de aumento nos custos ou prazos de entrega. Além disso, utilizar instrumentos financeiros de <em>hedge</em> de preços de combustível pode proteger as empresas contra oscilações nos preços do petróleo, garantindo maior previsibilidade de custos. Essas ferramentas ajudam a reduzir a exposição ao risco de flutuações drásticas, especialmente em mercados voláteis.</p>



<p>Por fim, a gestão de estoques estratégicos também se torna decisiva. A adoção de um modelo mais potente de gestão de estoques, equilibrando entre o &#8220;<em>just-in-time</em>&#8221; (que reduz custos de armazenagem) e o &#8220;<em>just-in-case</em>&#8221; (que garante maior segurança em tempos de crise), é uma medida que pode proteger as empresas contra interrupções inesperadas na cadeia de suprimentos. Isso significa ajustar os níveis de estoque para ter um <em>buffer</em> estratégico que permita maior flexibilidade frente aos atrasos nas entregas e às mudanças repentinas nas condições de mercado.</p>



<p>As estratégias de diversificação, gestão de riscos e revisão de contratos logísticos são fundamentais para enfrentar um futuro que pode apresentar incertezas e garantir que as empresas sigam competitivas no mercado global.</p>
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		<title>Aumento do imposto de importação e isenção de tarifas: qual é o impacto no mercado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 03|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Camex reduz tarifas para mais de 1.000 produtos, enquanto o mercado se adapta ao aumento das tarifas de importação</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="562" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2.jpg" alt="" class="wp-image-2485" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2-300x165.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/2-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em><em>A Camex reduz tarifas para mais de 1.000 produtos, enquanto o mercado se adapta ao aumento das tarifas de importação</em></em></p>



<p>Nos últimos dias, o cenário econômico brasileiro foi marcado por importantes decisões que impactam diretamente o mercado de importações. O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a redução a zero do Imposto de Importação para mais de 1.000 produtos, o que inclui autopeças, bens de capital e produtos de informática. Em contrapartida, também houve aumento no Imposto de Importação de diversos outros produtos, o que reforça a importância de contar com uma consultoria estratégica especializada para gerenciar essas mudanças e otimizar os custos de importação.</p>



<p>Essa redução de tarifas, por meio do mecanismo conhecido como ex-tarifário, visa incentivar a competitividade no Brasil, permitindo a entrada de produtos essenciais para setores como o automobilístico e tecnológico, onde não há produção nacional equivalente. A medida trará benefícios econômicos, especialmente para empresas que dependem dessas importações para manter sua competitividade no mercado global.</p>



<p>Por outro lado, o aumento do Imposto de Importação em outras categorias exige uma análise cuidadosa dos impactos sobre os custos de operação das empresas. A mudança nas tarifas pode afetar diretamente a formação de preços e a margem de lucro de negócios que dependem de insumos importados.</p>



<p>&#8220;A redução das tarifas para produtos essenciais pode representar uma enorme vantagem competitiva, mas o aumento do Imposto de Importação em outras áreas exige uma gestão estratégica cuidadosa. Em tempos de incertezas econômicas, contar com uma consultoria especializada não é apenas uma vantagem, é uma necessidade para se manter competitivo no mercado global&#8221;, afirmou Vinícius Lisboa, CEO da Victoria Advisory.</p>



<p>A empresa se posiciona como uma aliada essencial para ajudar empresas a navegar pelas complexas mudanças nas políticas de importação. A consultoria especializada oferece suporte na análise detalhada de tarifas, gestão de riscos e planejamento estratégico para garantir que os negócios se mantenham competitivos mesmo diante de variações fiscais e tarifárias.</p>



<p>Por um lado, as novas tarifas, que reduzem a alíquota de importação de produtos estratégicos, trazem uma oportunidade para os setores que se beneficiam dessas isenções. No entanto, o aumento das tarifas em outras categorias alerta para a necessidade de uma estratégia de importação bem estruturada. Nesse momento de incertezas, contar com um parceiro estratégico como a Victoria pode ser o diferencial para o sucesso.</p>



<p>&#8220;Empresas que buscam crescimento sustentável precisam se adaptar rapidamente às novas regras do mercado. A Victoria está pronta para oferecer as orientações necessárias e garantir que seus clientes não apenas se adaptem, mas também prosperem neste novo cenário&#8221; acrescentou Vinícius Lisboa.</p>



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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 03|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fevereiro foi um mês de ajustes e atenção redobrada no comércio exterior. O mercado de importação no Brasil sentiu reflexos das movimentações do cenário internacional.</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="562" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.jpg" alt="" class="wp-image-2482" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1-300x165.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Fevereiro foi um mês de ajustes e atenção redobrada no comércio exterior. O mercado de importação no Brasil sentiu reflexos das movimentações do cenário internacional.</p>



<p>A China, nossa principal parceira comercial no fornecimento de insumos e produtos industrializados, apresentou um ritmo mais contido. Parte disso se explica pelas pressões tarifárias globais e ambiente político internacional, mas também teve influência do feriado que marca o início do Ano Novo Chinês, celebrado em 17 de fevereiro.</p>



<p>Nesse período, as fábricas do país asiático reduzem produção, embarques são reorganizados e a cadeia logística global opera em ritmo diferente por algumas semanas. Para quem importa, planejamento é necessidade.</p>



<p>Paralelamente, no Brasil, entrou em vigor em 02/02/2026 o direito <em>antidumping</em> sobre o aço pré-pintado. A medida trouxe um novo componente ao cálculo das operações. Além do imposto de importação, que variava entre 10% e 14%, passou a incidir um direito adicional específico por tonelada, capaz de elevar o custo final do produto em até 40%, dependendo da origem e do exportador.</p>



<p>Mudanças como essa naturalmente exigem atenção, leitura técnica, organização e estratégia. E é exatamente assim que nós da Victoria Advisory atuamos.</p>



<p>Antecipamos cenários, revisamos fornecedores, estudamos novas rotas comerciais e avaliamos países não atingidos pela medida. Intensificamos a análise de enquadramento de NCM, reforçamos compliance documental e estruturamos operações com possibilidade de utilização de drawback quando aplicável. Tudo para reduzir impactos e preservar a competitividade dos nossos clientes.</p>



<p>Também tratamos a sazonalidade com previsibilidade, já que quando as pausas operacionais no Brasil e na China são consideradas no planejamento, quem importa consegue organizar embarques antes da vigência da medida e ajustar fluxos logísticos de forma segura.</p>



<p>Medidas preventivas contribuem para a estabilidade das remessas de outros países para o Brasil. E iniciamos o ano com dados positivos nesse sentido, com&nbsp; o crescimento superior a 10% nas importações registrado em janeiro, segundo dados preliminares da balança comercial.</p>



<p>O cenário atual é de recalibração, pois a vigência do antidumping, prevista para até 2031, exige revisão de estratégias no setor de aço pré-pintado, o que não significa apenas buscar preço, mas analisar risco, margem, logística, origem e conformidade regulatória.</p>



<p>No comércio exterior, cada detalhe importa: uma classificação fiscal incorreta, um atraso documental ou uma origem mal declarada podem gerar custos adicionais e insegurança jurídica. Por isso, seguimos atuando com planejamento, responsabilidade e visão de longo prazo.</p>



<p>Nossa missão continua a ser garantir previsibilidade em um ambiente que muda constantemente. Trabalhar dentro da legalidade, reduzir riscos, proteger margens e transformar desafios regulatórios em oportunidades estratégicas. Seguimos atentos, acompanhando o cenário diariamente.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a id="_msocom_1"></a></p>



<p></p>
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		<title>Acordo Mercosul UE: esperar ou agir?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:46:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 02|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adiar estratégias pode custar caro, já a diversificação e menos burocracia geram ganhos imediatos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="562" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE.jpg" alt="" class="wp-image-2468" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE-300x165.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Acordo-Mercosul-UE-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Adiar estratégias pode custar caro, já a diversificação e </em><em>menos burocracia geram ganhos imediatos</em></p>



<p>O Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia dominou o cenário internacional no início do ano. Após 26 anos de negociação, tudo indicava que ele finalmente entraria em vigor. Mas a comemoração durou pouco.</p>



<p>Apesar da aprovação em votação histórica no dia 17 de janeiro, o pedido do governo francês por um parecer do Tribunal de Justiça da UE pode adiar a implementação em até dois anos. Diante desse cenário, o empresário já não se pergunta se o acordo sairá, mas o que fazer enquanto ele não começa a valer.</p>



<p>Embora existam iniciativas para pressionar a ratificação, inclusive a discussão sobre uma aplicação provisória, fortemente criticada pela França, esperar de braços cruzados pode custar caro. Mesmo após uma eventual assinatura em 2027 ou 2028, a redução tarifária será gradual e pode levar até 15 anos em alguns setores.</p>



<p>Agora, a estratégia mais inteligente é diversificar. Enquanto a Europa segue em compasso de espera, o mercado global oferece oportunidades já disponíveis. O Mercosul, por exemplo, mantém acordos operacionais com países como Egito, Israel e parceiros da Aladi, México, Chile, Colômbia e Peru, além do EFTA. A China, por sua vez, continua sendo uma alternativa altamente competitiva, especialmente em larga escala.</p>



<p>Nesse contexto, eficiência operacional faz toda a diferença. Custos com tempo parado em portos e excesso de burocracia impactam diretamente os resultados. É aqui que a Consolidação de Invoice se torna uma ferramenta estratégica. Ao reunir múltiplas faturas em um único processo, é possível reduzir custos, simplificar a gestão e acelerar liberações.</p>



<p>Como completa Vinicius Lisboa, CEO da Victoria Advisory, menos papelada significa mais agilidade e competitividade imediata. “Enquanto a burocracia europeia pode levar anos para se resolver, decisões estratégicas hoje geram ganhos reais agora”, finaliza.</p>



<figure class="wp-block-image"><img alt=""/></figure>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 18:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 02|2026]]></category>
		<category><![CDATA[newsletter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2026 já chegou movimentado e com novidades. Quero compartilhar que já estamos com a nova função de Consolidação de Invoice em pleno funcionamento. </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://victoria-advisory.com.br/carta-ao-leitor-9/">Carta ao leitor</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://victoria-advisory.com.br">Victoria Advisory</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="1024" height="562" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/carta.jpg" alt="" class="wp-image-2469" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/carta.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/carta-300x165.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2026/02/carta-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O ano de 2026 já chegou movimentado e com novidades. Quero compartilhar que já estamos com a nova função de Consolidação de Invoice em pleno funcionamento. A partir de agora, todas as faturas individuais de compras, serviços e fretes são agrupadas em um único documento.&nbsp;</p>



<p>O novo serviço facilita os processos e dá velocidade, por meio da simplificação do fluxo de caixa, redução da papelada e otimização do processamento de pagamentos internacionais.</p>



<p>No que diz respeito ao mercado de comércio exterior, fomos dominados nas últimas semana pela assinatura do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia e sua paralisação. Após 26 anos de negociação, tudo indicava que, finalmente, entraria em vigor, mas&nbsp; infelizmente, a comemoração durou pouco. A decisão foi adiada por um período que pode levar entre 18 meses a 2 anos.</p>



<p>Enquanto isso, por aqui, diversas ações estão sendo coordenadas visando pressionar a ratificação. Uma delas é a missão oficial à Europa organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). E realmente, os brasileiros não podem apenas ficar assistindo à movimentação do Parlamento Europeu. A efetivação do acordo tem potencial gigantesco para a maioria dos setores brasileiros, com uma perspectiva positiva de aumento das importações e exportações, movimentos logísticos e penetração efetiva em mercados desenvolvimento e novos destinos. É importante acompanhar de perto o desenrolar diplomático, com a expectativa de que novas portas sejam abertas para as empresas que buscam conquistar o mercado internacional.</p>



<p>Voltando para o Brasil, nos concentremos nos números divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) de janeiro, que mostram que as exportações superaram as importações em US$ 68,293 bilhões.&nbsp; Apesar do recuo de 7,9% em relação ao superávit registrado no mesmo período de 2024, o resultado é positivo se analisarmos os índices registrados no mesmo período desde o início da série história, em 1989.</p>



<p>Enfim, temos muito trabalho para 2026, sem dúvida e, também, muitos desafios. Se a Consolidação de Invoice é um serviço que auxiliará a minimizar as dificuldades e superar esses desafios, entre em contato, teremos o maior prazer em analisar os benefícios para o seu processo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a id="_msocom_1"></a></p>



<p></p>
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