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	<title>Arquivos Newsletter 05|2025 - Victoria Advisory</title>
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		<title>Carta ao leitor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 05|2025]]></category>
		<category><![CDATA[newsletters]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Julho foi um mês interessante do ponto de vista da expansão logística, que passa por transformações tecnológicas, e movimentado pela tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos.</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><img width="1024" height="726" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2-1024x726.jpg" alt="" class="wp-image-2390" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2-1024x726.jpg 1024w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2-300x213.jpg 300w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2-768x545.jpg 768w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2.jpg 1444w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>   </p>



<p>Julho foi um mês interessante do ponto de vista da expansão logística, que passa por transformações tecnológicas, e movimentado pela tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos.<strong></strong></p>



<p>A Victoria Advisory acompanha o cenário decorrente da tarifa de 50% nos produtos do Brasil imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Estamos atentos, em especial, às oscilações que atingem a linha de máquinas e equipamentos agroindustriais e a sua cadeia, visto que os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras no setor. Em 2024, por exemplo, o país exportou 3,54 bilhões de dólares para os EUA, o equivalente a 26,9% do total exportado pelo segmento.</p>



<p>Por outro lado, nos próximos tempos, o cenário tende a se reorganizar, considerando o protagonismo de outros mercados, especialmente China e Europa. Mas é necessário se preparar para novos movimentos.</p>



<p>Nessa direção, as empresas devem buscar o <em>outsourcing</em>, ou seja, procurar outros parceiros e fornecedores para inserir seus produtos em outras cadeias de mercado. Não é de hoje que os mercados passam por dificuldades e enfrentam desafios, mas o comércio exterior é um mecanismo vivo. Nesse jogo, muitos países perdem relevância, enquanto outros países ganham e avançam posições. Por isso, estamos ao seu lado para as melhores orientações e coordenadas.</p>



<p>É preciso que se tenha uma postura assertiva na negociação do frete, cujos preços devem passar por instabilidade. Além disso, trabalhar com estoque maior no mercado interno e ter produtos a pronta entrega para evitar surpresas.</p>



<p>A Victoria Advisory apresenta e busca cada vez mais integração às melhores opções em um leque de possibilidades globais.</p>
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		<title>Recorde das importações da China pelo Brasil mostra que é hora de consolidar negociações com os BRICS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smartcom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Newsletter 05|2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas devem se posicionar para aproveitar oportunidades com parceiros</p>
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<p><img loading="lazy" width="500" height="300" class="wp-image-2385" style="width: 1080px;" src="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1.png" alt="" srcset="https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1.png 500w, https://victoria-advisory.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1-300x180.png 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><em>Empresas devem se posicionar para aproveitar oportunidades com parceiros</em></p>



<p>As importações brasileiras de produtos de bens de consumo da China já representam, nos primeiros seis meses de 2025, 26,3% do total comprado pelo país. O índice é um recorde histórico, com alta de 22,2%, o que significa que a China vendeu 35,7 bilhões de dólares ao Brasil. Os principais produtos importados foram carros, eletroportáteis e eletroeletrônicos chineses.</p>



<p>Esse movimento foi acompanhado por uma escalada de redução na dependência brasileira de produtos americanos, que fechou o primeiro semestre perto do menor patamar em uma década. Isso significa que o mercado brasileiro está cada vez mais próximo da China, considerando ainda as novas perspectivas de negociação, colocadas pela tarifa de 50% dos Estados Unidos aos produtos brasileiros.</p>



<p><strong>Consolidação de negociações com os BRICS pode trazer vantagens ao Brasil</strong></p>



<p>Em termos estratégicos, o avanço das mercadorias chinesas indica que é um bom momento para o Brasil investir mais em negociações com os países do BRICS, bloco formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Recentemente, o grupo expandiu-se para incluir também Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes, Etiópia e Irã.</p>



<p>“A cadeia de conhecimento proporcionada pelos BRICS, a partir das relações próximas entre Brasil e China, dá uma margem de negócios muito positiva para o nossos país, considerando que o mercado chinês se apresenta muito inclinado a transações comerciais efetivas”, avalia o CEO da Victoria Advisory, Vinicius Lisboa.</p>



<p>Lisboa destaca que o Brasil tem muito a ganhar, especialmente se conseguir estabelecer seus interesses de forma mais concreta na agenda de negociações como o país asiático. “O investimento em infraestrutura é um campo promissor, visando o crescimento das nossas exportações”, indica.</p>



<p>Outro reflexo dessa proximidade é a possibilidade de expansão de mercado na América Latina. “Isso pode ocorrer devido a nossa cadeira industrial. Precisamos lembrar daquela máxima: quem importa, exporta. Nessa linha, é evidente que podemos comprar produtos da China, fazer composição e incrementar, e exportar para outros países”, analisa Lisboa.</p>



<p><strong>Empresas devem se posicionar para aproveitar oportunidades</strong></p>



<p>O século XXI e a globalização exigem facilidades para que os fluxos comerciais aconteçam. O cenário internacional, marcado pela era da informação, mostra que a tecnologia reduz a distância entre os países, proporcionando aos segmentos comerciais alinhamentos ágeis.</p>



<p>Para Vinícius Lisboa, é fundamental negociar com novos parceiros. Para tanto, as empresas devem fazer uma leitura de segmento e se inserirem. “A organização deve estar preparada burocraticamente, passar por uma reanálise contábil e tirar as certificações nacionais e internacionais necessárias, verificando possíveis clientes e fornecedores para entrar em novas parcerias”, orienta.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a id="_msocom_1"></a></p>



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